TED

Publicado por em 13 jun 2014 | Sob: Corrente do Bem



Logan Laplante é um garoto de 13 anos que foi tirado do sistema tradicional de educação para ser ensinado em casa. Em sua palestra, ele conta um pouco da sua experiência.

Janela da Alma

Publicado por em 11 mar 2014 | Sob: Corrente do Bem


Janela da Alma

Um filme de João Jardim e Walter Carvalho



Queridos amigos do blog,

agradeço a lembrança, as manifestações de carinho e votos de felicidades pelo meu aniversário, ocorrido no último dia 06 de março. A maneira que achei para tentar retribuir tanta atençao foi compartilhar (adoro essa palavra) com vocês este documentário, que chegou até mim como um presente.Espero que gostem.

Tenho refletido sobre como vemos, traduzimos, interpretamos o mundo.
O filme é quase uma poesia sobre este tema.

Amo vocês.

Com respeito e muito carinho,

Regina

Educar o Coração,
Dalai Lama Center

Publicado por em 28 jan 2014 | Sob: Corrente do Bem



Sugestão: Jean Castro, amigo do blog

O Trabalho,
por Marcos Cavalcanti

Publicado por em 20 dez 2013 | Sob: Corrente do Bem



Fonte: Café Filosófico

Apesar do medo,
por Suzana Herculano – Houzel

Publicado por em 09 dez 2013 | Sob: Corrente do Bem

Apesar do medo

Estudo mostra que coragem não é ausência do medo, e sim o controle que permite a ação apesar dele

Suzana Herculano – Houzel


Quase todo mundo tem medo do mar (ou diz que tem “muito respeito” por ele). E quem não tem deveria ter: ondas apenas modestas já são suficientes para afogar, jogar contra rochedos, esfolar em recifes ou levar à exaustão mesmo os melhores nadadores. Alguns, prudentes, escolhem então ficar na beira da água, aonde só chegam as marolinhas inofensivas.

Outros, como o pernambucano Carlos Burle, resolvem que não só querem as ondas como querem deslizar por cima delas –de preferência, por cima das gigantes, de 20 m de altura. Surfar ondas gigantes se tornou a grande especialidade desse brasileiro apesar do seu medo do mar. E como vencer o medo?

Tive a oportunidade de entrevistar Burle para meu programa, “Cerebrando” (tvciencia.net), e ouvir o que acontece quando se resolve encarar uma muralha d’água.

Primeiro vêm os anos de preparo. Decidir surfar a onda gigante apesar do medo que ela inspira depende de uma sensação de controle da situação que só se conquista à força de muita técnica e prática.

Segundo, é preciso equilíbrio, tanto em cima da prancha quanto dentro da cabeça. Sem a capacidade de não se deixar dominar pela emoção, não há como vencer o medo e partir para o ataque.

Aqui a neurociência dá o seu pitaco: um estudo recente mostrou que a coragem não é a ausência do medo, e sim o controle que permite a ação apesar do medo. Isso é função de uma parte do córtex na parte da frente da cabeça, o córtex subgenual, que suprime a influência do medo sem reduzir sua percepção.

Dá para imaginar como os anos de treino, levando à sensação de capacidade e controle, ajudam a aumentar a coragem.

E terceiro, quando já se está na onda: foco. Esse é o “flow”, aquele estado mágico conhecido de músicos e atletas de elite no auge do desempenho. É um estado prazeroso de concentração absoluta onde nada mais existe, acompanhado curiosamente de uma facilidade de tomar pequenas decisões fundamentais que, graças a toda a experiência anterior, vêm à mente automaticamente, sem esforço.

Dominar o medo é um espetáculo que se desenrola dentro do cérebro do surfista –e quem não tem coragem para isso pode assistir ao espetáculo da segurança da praia. Não é nenhuma vergonha ter medo do mar. Como Burle bem diz, é o medo que o mantém vivo.

Fonte: Folha de S. Paulo

Mais sobre Suzana Herculano – Houzel AQUI

Holocausto brasileiro:
50 anos sem punição

Publicado por em 23 set 2013 | Sob: Corrente do Bem


Fonte: Provocações

Asas da Vida

Publicado por em 09 set 2013 | Sob: Corrente do Bem


Sugestão: Xisto, amigo do blog.

Poema em linha reta

Publicado por em 19 jul 2013 | Sob: Corrente do Bem


De

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Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)


Poema em linha reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos – mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Fonte: releituras.

Os versos acima, escritos com o heterônimo de Álvaro de Campos, foram extraídos do livro “Fernando Pessoa – Obra Poética”, Cia. José Aguilar Editora – Rio de Janeiro, 1972, pág. 418.

NASA: vôo sobre a Terra

Publicado por em 12 jul 2013 | Sob: Corrente do Bem

5 Stelle

Publicado por em 12 jun 2013 | Sob: Corrente do Bem

5 Stelle

“Quando vemos o nascimento de partidos extremistas
na Alemanha, na França e na Grécia, 5 Stelle
chama a atenção pelo seu apelo democrático”

Patrícia Melo


Ele é comediante, tem 64 anos, e está deixando os tradicionais políticos italianos de cabelo em pé. Seu nome é Beppe Grillo, e ele é o fundador do 5 Stelle, movimento que, tendo gasto apenas seis mil euros durante a campanha eleitoral de Parma, conseguiu eleger para prefeito o candidato Federico Pizzaroti, com 60% dos votos. Mas isso não foi tudo. Os candidatos da nova sigla de Beppe Grillo, criada em 2009, com um discurso violento contra a corrupção e promessas de idoneidade e transparência, também arrebataram as prefeituras de Mira, Comacchio e Sarego.

Segundo pesquisas, se as eleições legislativas ocorressem agora, 5 Stelle teria 18% dos votos, ocupando o segundo lugar no ranking dos partidos mais votados.

Não é difícil entender o sucesso e a façanha política de Beppe Grillo quando se analisa sua trajetória. Com grande experiência no teatro, cinema e televisão, sempre engajado politicamente, Grillo, um adepto ferrenho das redes sociais, criou em 2000 o seu próprio blog e começou, com seu estilo implacável e divertido, a denunciar a corrupção e a criticar os privilégios da classe política de forma sistemática. Berlusconi pode tranquilamente debitar parte do seu fracasso na conta de Grillo. Não há como não soltar boas risadas com suas sacadas bem-humoradas. Mario Monti, o atual mão de ferro da política italiana, é “Rigor Montis”, e o presidente Giorgio Napolitano, com seus bem vividos 87 anos, é o “cadáver”.

5 Stelle é uma cria do blog de Grillo que, num curto período de existência, já era um sucesso na Itália e hoje, segundo a revista “Forbes”, é o sétimo mais influente do mundo. A maioria de seus simpatizantes é jovem, e muitos dos profissionais liberais autônomos que se engajaram no movimento 5 Stelle participam ativamente dos debates do blog e dos duzentos grupos de encontro criados para pensar em propostas de governo. Ninguém tem experiência política, e qualquer um que se comprometa com a plataforma do partido que só permite uma reeleição pode se candidatar.

As conquistas objetivas por enquanto são poucas, mas uma delas – a revogação da lei Lodo Alfano, que previa a imunidade parlamentar para as quatro maiores autoridades políticas e italianas – ajudou a enterrar Berlusconi. Outra vitória – a que acabou com o obstáculo para o desenvolvimento da rede Wi-Fi na Itália – promete mais poder de fogo para 5 Stelle, que tem na internet uma poderosa ferramenta.

Grillo gosta de polêmicas. Defende uma democracia “horizontal” e autorreguladora, e está fortemente engajado numa cruzada contra a ditadura do mercado bancário. Propõe a criação de uma zona euro mais fraca, num consórcio que reuniria Espanha, Grécia e Portugal. A oposição assiste ao seu crescimento atônita, e só consegue chamá-lo de “palhaço”, o que, para um comediante profissional e respeitado, não é um insulto. “Eles ainda não perceberam que se trata de uma revolução cultural e não política”, rebate Grillo.

Num momento em que vemos com apreensão o nascimento de partidos extremistas na Alemanha, França e Grécia, 5 Stelle chama a atenção exatamente pelo seu apelo democrático. É cedo para dizer no que isso pode resultar. Uma coisa é certa: Beppe Grillo já está pensando no Parlamento em 2013. E aos que o chamam de palhaço ele manda seu recado: “Os políticos não podem ir de férias para as ilhas Seicheles e depois mandar fotos em que brindam numa festa. Antes de irem, devem devolver o dinheiro que roubaram, pagar alguns juros e ser julgados por um júri popular composto por cidadãos escolhidos ao acaso, sem cadastro, que decidirão que tipo de trabalho comunitário os políticos devem fazer.” A ideia é realmente muito boa. Bem que o Brasil podia adotá-la imediatamente. Isso, por ora, lavaria nossa alma.

Fonte: ISTOE

O Céu e a Terra

Publicado por em 28 mai 2013 | Sob: Corrente do Bem

Namibian Nights from Squiver on Vimeo.

Fábula dos macacos

Publicado por em 20 mai 2013 | Sob: Corrente do Bem

Fábula dos macacos
Autor: Anônimo

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por 10 moedas cada. Os aldeões foram à floresta caçar macacos.

O homem comprou centenas de macacos a 10 moedas e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria 20 moedas por cada macaco.
Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.

Os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para 25 moedas e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por 50 moedas!

Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando das compras. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem na jaula todos estes macacos que o homem comprou. Posso vender cada um a vocês por 35 moedas e, quando o homem retornar da cidade, vocês os revendam a ele por 50 moedas cada.”… Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.

Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.

Fonte: Provocações

Esqueça um Livro

Publicado por em 13 mai 2013 | Sob: Corrente do Bem


Projeto convida leitores a esquecer livros por São Paulo


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Já faz algum tempo que o paulista Felipe Brandão anda cercado por livros, pessoal e profissionalmente. Por dois anos trabalhou em uma grande rede de livrarias e atualmente trabalha na área de marketing de uma editora de best-sellers.

Em abril, percebeu que a estante de sua casa estava novamente cheia de títulos já lidos. Ao invés de comprar outro móvel para acumular mais livros, vender as edições em um sebo ou negociá-las em um site de trocas, optou pelo desapego, abandonando os livros pela cidade. Nasceu assim o projeto “Esqueça um Livro”.

“A ideia é inspirada no conceito de BookCrossing, criado nos EUA no começo dos anos 2000”, explica. Combinando leitura e e urbanidade, o conceito convida os leitores a deixar um livro em local público, para que outra pessoa o encontre, o leia, e volte a abandoná-lo, ampliando assim o acesso à leitura. Há diferentes versões do BookCrossing espalhadas por cidades do Brasil e do mundo.

A base do “Esqueça um Livro” é uma fanpage no Facebook. Nela, Felipe posta as fotos dos livros “esquecidos” por São Paulo, acompanhadas de uma breve sinopse e da indicação do local onde a edição foi deixada. “Sobre a Brevidade da Vida”, de Sêneca, foi o primeiro livro a ser abandonado no projeto, em 4 de abril, numa janela cercada de plantas próximo à estação Marechal Deodoro do Metrô. De lá pra cá, vários amigos e entusiastas passaram a colaborar com o projeto, “esquecendo” livros por São Paulo.

Simples na teoria e na prática, o projeto não tem maiores intenções além de espalhar livros e difundir a leitura na cidade. “Quero que os livros cheguem até pessoas que não teriam condições de comprá-los”, deseja Brandão.


Fonte: Catraca Livre

Teste da Partilha

Publicado por em 29 abr 2013 | Sob: Corrente do Bem

Como crianças reagem a um prato vazio

Em um mundo capaz de produzir o dobro dos alimentos que necessita,
morrem por ano 3.5 milhões de crianças. De desnutrição.



Sugestão: Mari Melo, amiga do blog.

Fonte:
http://www.accioncontraelhambre.org/

Os fantásticos livros voadores
do Sr. Morris Lessmore

Publicado por em 15 abr 2013 | Sob: Corrente do Bem

Os fantásticos livros voadores
do Sr. Morris Lessmore



Sugestão: Claudia Pinto, amiga do blog.

Ananse, o sábio

Publicado por em 02 abr 2013 | Sob: Corrente do Bem


Ananse, o sábio


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Um caso sobre Ananse, a aranha que desejava ser a mais sábia do mundo. História de origem africana.


Para ouvir clique aqui!


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Me vejo como ela,
Clarice Lispector

Publicado por em 12 mar 2013 | Sob: Corrente do Bem


De

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Me vejo como ela

Quer saber o que eu penso? Você aguentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louca, estranha, chata! Eu sou assim.

Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel. Sou viciada em gente. E adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir… Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento!

Fonte: Recanto das Letras.

Vocacional

Publicado por em 03 mar 2013 | Sob: Corrente do Bem


VOCACIONAL,
Uma Aventura Humana
De Toni Venturi

Amores,

vi este filme na época em que fui professora voluntária numa escola para adultos. Era parte dos cursos de formação que fazíamos aos sábados. Fiquei muito emocionada durante toda a exibição. Ao final, chorei. E agora, ao posta-lo aqui, choro de novo.

Espero que gostem.

Vida Florescendo

Publicado por em 21 fev 2013 | Sob: Corrente do Bem


Quer dizer que é agora que o ano começa pra valer?
O meu começou certinho, em janeiro mesmo. Mas desta vez, um pouco diferente. Respirei carnaval até dia 17 de fevereiro. Sem vergonha, cometi esta loucura.

Revivi o que era comum na minha adolescência. Durante os dias da folia a gente esquecia da escola. As mães relaxavam um pouco com a arrumação da casa, com os horários das refeições e tudo ficava um pouco bagunçado, divertido.

No ano passado comecei a frequentar os ensaios na Unidos de Vila Isabel. Sou fã do Martinho da Vila desde pequena e a história da escola me encanta. A identificação foi rápida. O samba deste ano fala da vida do homem do campo, do cultivo da terra. Coisas muito familiares a mim, caipira do interior de São Paulo. Essa aproximação resultou num convite para ser destaque do desfile de 2013. Aceitei.

Minha roupa, escolhida e desenhada pelos artistas da Vila, era maravilhosa. Nome do carro em que fui destaque: ciclos da natureza. Nome da fantasia: vida florescendo.
O dia do desfile foi mágico! Todas as pessoas cantando a mesma música, dançando e desfilando com o mesmo objetivo faz desprender uma energia positiva gigantesca.

Essa experiência me fez compreender coisas que eu não entendia muito bem quando via os desfiles pela TV:
1. as pessoas têm sua escola de coração mas não torcem para que as outras se dêem mal. Elas querem que a sua faça um belo espetáculo. Mas vibram quando a outra vai bem. E lamentam, de coração, quando algo sai errado. Torcer pela Vila Isabel não impede de ficar feliz com o sucesso das outras escolas de samba!

2. O envolvimento é total é espontâneo. Há uma camaradagem na preparação do desfile. Desde o barracão até a concentração. Durante a passagem pela Sapucaí também, claro. Na dispersão, de novo, uns ajudam os outros. Até quem não participou do desfile ou não é da escola surge para auxiliar no que for preciso.

3. Importante. Você se sente importante. Você pode ajudar ou atrapalhar o espetáculo. O seu desempenho faz diferença na avaliação da agremiação. Imagine seu time de futebol quando joga. Ao desfilar por uma escola de samba é você em campo com seu time.

Já estava tudo ótimo pra mim. Mas tinha mais: para coroar minha estreia no carnaval do Rio a Vila Isabel ainda foi a campeã deste ano! Muita sorte a minha…

A sensação de pertencer a um grupo me agrada. Eu me sinto acolhida, mais forte. Foi uma das coisas mais divertidas que fiz até hoje. E, se eu puder, ano que vem repito tudo de novo. Mas até lá, bora lutar que 2013 está só começando.


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Para saber mais sobre a Vila Isabel e ouvir o samba enredo de 2013:
clique Vila Isabel

Boas Festas!

Publicado por em 24 dez 2012 | Sob: Corrente do Bem



Sugestão: Xisto


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