abril 2010
Monthly Archive
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Posted by Regina Volpato on 26 abr 2010 | Tagged as: Corrente do Bem
O telescópio mais famoso da história está há duas décadas em órbita. A 24 de Abril de 1990 foi colocado a bordo do Discovery, e hoje a NASA, antecipando a celebração apresenta novas imagens do céu obtidas por esta maquina cientifica única.
O Hubble permitiu descobertas deslumbrantes e trouxe imagens do Universo nunca antes vistas, que cativaram milhões de pessoas que nunca tinham pensado muito sobre astronomias. Além disto, o telescópio espacial, que necessita de reparações de custos elevados para melhora-lo ao longo dos anos, chega a este aniversario em plena forma, proporcionando informação cientifica de qualidade sobre o céu.
A determinação da idade do Universo em mais de 13 milhões de anos, as observações do cosmos profundo, em que se observou pela primeira vez galáxias de diferentes tipos e formas, muitas delas nos limites do cosmos visível, os ninhos de estrelas onde nascem novos astros, os planetas extrasolares ou os contornos de buracos negros são algumas das contribuições do Hubble para a ciência e o conhecimento geral.
O Universo em expansão
Mais próximo da Terra, o telescópio não perdeu um acontecimento único como os espectaculares choques dos fragmentos do cometa Shoemaker-Levy contra Júpiter, em 1994. Também foi este telescópio que descobriu que a expansão do Universo está a acelerar-se em que participaram milhares de astrónomos de todo o mundo.
Factos que certamente orgulhariam o astrónomo Edwin Hubble, que revolucionou a astronomia quando constatou que o Universo estava em expansão e em cuja honra se batizou o telescópio.
Continua
Página fonte: CiênciaHoje
Posted by Regina Volpato on 21 abr 2010 | Tagged as: Corrente do Bem
Posted by Regina Volpato on 19 abr 2010 | Tagged as: Corrente do Bem
Segundo a Associação Brasileira de Motociclistas, 500 mil trabalhadores ganham a vida fazendo um importante movimento que, num passado recente, poderia ser definido como “da cozinha para copa”. Ou seja, milhares de motociclistas profissionais levam a comida saída do forno para quem deseja consumi-la. E não podem demorar fazendo isso. Os clientes – e o patrão – têm pressa.
A food delivery – ou em bom português “entrega de alimentos” – é apenas uma vertente de um grande negócio chamado food service ou “alimentação fora do lar”, que, de acordo com os dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), faturou R$ 38 bilhões somente no ano passado e reúne um milhão de estabelecimentos entre restaurantes, padarias, bares e lanchonetes, nos quais os brasileiros deixam 26% de tudo que gastam com alimentação. A previsão é que em 20 anos esse percentual chegue a 40%, patamar já atingido e ultrapassado pelos Estados Unidos e Europa.
O destaque do segmento é a demanda por alimentação rápida, a conhecida fast food. São coxinhas, arroz com feijão e carpaccios consumidos entre o término de uma reunião e a apresentação de um relatório. “As pessoas têm uma idéia equivocada de que fast food são hambúrgueres das grandes redes de lanchonetes. Se um estabelecimento oferece condições para que um cliente, em um tempo curto, entre, coma e saia satisfeito, ele pode ser considerado fast food ” esclarece Célio Salles, membro do Conselho de Administração da Abrasel.
Frequentemente as comidas de produção rápida são apontadas como vilãs patrocinadoras da obesidade, assim como das doenças a ela associadas. A médica Eliete Bouskela, chefe da Unidade de Pesquisa Clínica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), faz uma associação direta entre o comer rápido e a obesidade, posição defendida a partir dos resultados de uma pesquisa realizada junto a jovens com excesso de peso.
A médica esclarece que quem come rápido tem mais tendência a engordar, pois a velocidade da alimentação faz com que o estômago se dilate e se instaure o hábito de comer cada vez mais. Da mesma forma, o cérebro não registra a informação de que o organismo está saciado com aquela quantidade de alimento. Na pesquisa foi notado que, normalmente, as pessoas obesas comem com muito mais pressa. Além disso, Bouskela aponta a falta de oferta de comida balanceada nos estabelecimentos fast food.
Para a Abrasel a culpa da má alimentação não é dos fast foods ou da food service, como um todo. O problema está na cultura nacional de privilegiar alimentos pouco saudáveis, acredita o conselheiro Salles. “O nosso setor é rápido e reativo. Se existe uma demanda diferente, pode-se ter certeza que em dois meses será aberto um estabelecimento para atendê-la. Comida não se impõe, os clientes pedem o que querem e o estabelecimento se adapta”, afirma. “As pessoas pedem alimentos saudáveis mais no discurso do que na prática”, completa.
Continua
Página fonte: ComCiência – SBPC/Labjor – Revista Eletrônica de Jornalismo Científico
Em 1940, realizou-se no México o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Durante o evento, os participantes escolheram 19 de abril como o Dia do Índio. Três anos depois, a data foi oficializada no Brasil. Existem mais de 200 nações indígenas no país. Elas têm seu idioma, seu jeito de ver o mundo e de fazer festas. Algumas vivem isoladas, outras em grandes cidades e muitas lutam para preservar suas terras e suas tradições. A maioria dos povos indígenas vive nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O Xingu, região da Amazônia, abriga o maior número de tribos indígenas do Brasil. Para saber mais, clique AQUI!

Posted by Regina Volpato on 12 abr 2010 | Tagged as: Corrente do Bem
É inacreditável a resistência do ser humano ao sofrimento físico. Em mais de 30 anos de medicina, vi doentes enfrentarem cirurgias mutiladoras seguidas de períodos pós-operatórios que exigem semanas de internação, submeterem-se a tratamentos agressivos com medicamentos que abrem feridas na boca e provocam vômitos incoercíveis, resistirem a dores lancinantes durante meses e, ainda assim, lutarem para preservar a vida até sentirem exaurido o último resquício de suas forças.
O heroísmo com o qual defendemos nossa existência quando ameaçada, no entanto, contrasta com a incapacidade de mudarmos estilos de vida que conduzirão a doenças gravíssimas no futuro. Não me refiro apenas a mudanças radicais como largar de beber, deixar de fumar ou de ter relações sexuais desprotegidas com múltiplos parceiros, mas especialmente aos comportamentos rotineiros: comer um pouco mais do que o necessário, passar o dia sentado, esquecer de tomar remédios e de fazer controles periódicos de saúde.
Nas grandes cidades, não faltam justificativas para nossa irresponsabilidade na prevenção dos problemas de saúde que afligem o homem moderno: doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, hipertensão, reumatismo, osteoporose e outras enfermidades degenerativas. “Saio cedo, perco horas no trânsito e volto tarde, morto de fome, como vou fazer para levar vida saudável?” – é a desculpa que damos a nós mesmos para justificar o descaso com um bem que a natureza nos ofertou sem termos feito qualquer esforço pessoal para merecê-lo: o corpo humano.
O corpo humano é uma máquina construída para o movimento. Não fosse assim, para que tantos ossos, músculos e articulações? Só que, ao contrário de outras máquinas desenhadas com a mesma finalidade -como o avião, por exemplo – que se desgastam enquanto se movimentam, o organismo humano se aprimora com o andar.
A falta de movimentação contraria as forças seletivas que forjaram as características de nossa espécie. Pessoas sedentárias como somos hoje teriam dificuldade de sobrevivência num mundo sem automóvel, telefone e supermercado na esquina. Antes do advento da agricultura – criada há meros dez mil anos -, nossos antepassados eram forçados a consumir quantidade substancial de energia para conseguir água e alimentos atualmente disponíveis ao alcance da mão. Quando tinham a felicidade de encontrá-los, precisavam retirar deles o máximo de calorias disponíveis para sobreviver às épocas de vacas magras que viriam em seguida.
Durante cinco milhões de anos, a sobrevivência de nossa espécie num mundo desprovido de tecnologia para estocar provisões exigiu um planejamento preciso da relação entre a energia investida na procura de comida e a recompensa calórica obtida ao encontrá-la. Forjado nesses tempos de penúria, nosso cérebro herdou o desprezo pelos alimentos pouco calóricos e a predileção obstinada pelos de alto conteúdo energético, como as carnes gordurosas e os açúcares que atormentam a vida do homem moderno em conflito permanente com a balança.
Somos descendentes de mulheres e homens que sobreviveram até a idade reprodutiva graças à capacidade de evitar perigos imediatos, proteger a prole, ingerir calorias em excesso para manter a integridade física em caso de jejum prolongado e descansar no intervalo das refeições para economizar energia. Na seleção natural, levaram vantagem os que souberam planejar a rotina diária de modo a chegar à vida adulta em condições físicas propícias ao acasalamento. Planejamento do futuro distante não exerceu pressão seletiva em nossa espécie. Para quem vivia no desconforto das cavernas, que vantagem reprodutiva haveria na preocupação em prevenir ataques cardíacos, derrames cerebrais ou câncer de próstata?
Como conseqüência desse passado, somos excelentes organizadores do dia-a-dia e tão incompetentes para planejar a longo prazo. Sabemos exatamente o que fazer para não passar fome naquela semana, como reservar algumas horas para dormir, trabalhar ou fazer sexo, mas somos incapazes de modificar o mais elementar de nossos hábitos mesmo sabendo que as conseqüências poderão ser fatais.
Por isso, é mais fácil um doente com infarto aceitar uma ponte de safena do que conseguir que as pessoas andem míseros 30 minutos diários; retirar um pulmão inteiro por causa de um tumor maligno do que fazer um fumante largar do cigarro; indicar transplante de rim num hipertenso do que obter regularidade na tomada do remédio para abaixar a pressão; amputar a perna de um diabético com obstrução vascular do que convencê-lo a controlar a glicemia.
Página fonte: Site Oficial Dr. Drauzio Varella
Posted by Regina Volpato on 05 abr 2010 | Tagged as: Corrente do Bem
Eu quero é botar meu bloco na rua
(Sérgio Sampaio)
Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero todo mundo nesse carnaval…
Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar, pra dar e vender