Corrente do Bem
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Publicado por Regina Volpato em 04 set 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 01 set 2011 | Sob: Corrente do Bem
Envie um comentário com seu telefone.
O número não será publicado, claro!
Vou encaminhar para o cadastro da produção e
aguarde mais novidades…
Mora fora de São Paulo?
Tudo bem. Queremos gente do Brasil todo.
E da França. A Rede TV! pode ser vista lá…
Publicado por Regina Volpato em 29 ago 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 24 ago 2011 | Sob: Corrente do Bem
Quarta-feira!
na Rede TV!
das 9h às 11 da manhã!
Ao vivo!
Será minha estreia no programa Manhã Maior!
Estou feliz e ansiosa!
Espero que vocês gostem!!!!!!
Torçam por mim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Publicado por Regina Volpato em 01 ago 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 27 jul 2011 | Sob: Corrente do Bem
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples, que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz… E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
Pedras no caminho? Guardo todas… Um dia vou construir um castelo!
Publicado por Regina Volpato em 25 jul 2011 | Sob: Corrente do Bem

O Instituto Mobilidade Verde (IMV) criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.
Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.
O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira (25)– não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego.
Até o final do ano, o Instituto ainda pretende entregar outras dez Biciclotecas, em diferentes cidades brasileiras, para ONGs comprometidas com projetos que visam levar cultura à comunidade, que receberão todo o auxílio do IMV para implantar a iniciativa.
Quem tiver livros em casa também pode participar do projeto, doando as obras – pessoalmente ou pelo correio – para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade (Rua da Consolação, nº 94, República – São Paulo/SP), que encaminhará os livros para as Biciclotecas do IMV.
As organizações dispostas a receber uma bike itinerante podem enviar ao IMV, no e-mailcontato@mobilidadeverde.org, um pedido formal que será avaliado pelo Instituto.
Fonte: Correio do Estado.
Publicado por Regina Volpato em 10 jul 2011 | Sob: Corrente do Bem
De
Vinicius de Moraes:
A Porta
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa…)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!
Aqui um pouco mais de Vinicius de Moraes…
Publicado por Regina Volpato em 04 jul 2011 | Sob: Corrente do Bem

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis já pensou nisso tudo. Ele conversou com o
Bom Dia Brasil sobre as descobertas da ciência e os estudos sobre os mistérios do cérebro humano.
Foi uma daquelas conversas que nos enchem de esperança e até de orgulho por ter um cientista brasileiro com pesquisas que chamam tanta atenção. Miguel Nicolelis está no Brasil para expor as mais recentes descobertas da neurociência, entre elas a possibilidade de uma pessoa tetraplégica recuperar a capacidade de andar. Para o cientista, o que parece ficção hoje pode se tornar realidade em um futuro não muito distante.

Veja AQUI a reportagem completa, que foi exibida pela Rede Globo em 30 de junho de 2011.
Publicado por Regina Volpato em 26 jun 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 21 jun 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 26 mai 2011 | Sob: Corrente do Bem

Todos que convivem com cães sabem: eles aprendem as regras da casa que os acolhe e quando quebram alguma norma expressam fisicamente o arrependimento alguns se escondem e cobrem os olhos, outros se abaixam ou arrastam-se pelo chão, num gesto geralmente gracioso o bastante para garantir o rápido perdão dos donos. Porém, poucas pessoas param para se perguntar por que esses animais têm um senso tão aguçado de certo e errado. Estudos recentes mostram que canídeos (animais da família dos cachorros, como raposas e lobos) seguem um código estrito de conduta ao brincar, ensinando aos filhotes as regras de engajamento social que permitem a manutenção de sociedades bem-sucedidas.
Os chimpanzés e os outros primatas que não o ser humano são notícia nos jornais quando os pesquisadores, usando a lógica, procuram nesses parentes mais próximos do homem traços semelhantes aos nossos – e descobrem evidências de seu senso de justiça. Nosso trabalho, entretanto, sugere que as sociedades canídeas selvagens podem ser as melhores análogas aos grupos de hominídeos primitivos: ao estudarmos cachorros, lobos e coiotes descobrimos comportamentos que nos remetem às raízes dos valores éticos humanos.
Podemos definir a moralidade como um conjunto de comportamentos inter-relacionados em deferência aos outros, que tem por finalidade desenvolver e regular as interações entre os indivíduos. Atitudes como altruísmo, tolerância, disponibilidade para o perdão e a empatia, bem como a noção de justiça, ficam evidenciadas rapidamente na forma igualitária com que os animais da família dos cachorros brincam entre si. Nessas situações, os lobos e os coiotes adultos, por exemplo, seguem um código estrito de conduta. Continua.

Fonte: Mente e cérebro.
Publicado por Regina Volpato em 12 mai 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 03 mai 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 24 abr 2011 | Sob: Corrente do Bem
Era um dia qualquer e o matemático foi tomar banho. Ao entrar na banheira, percebeu que o volume de seu corpo imerso movimentava um volume igual de água. Naquele momento ele não se conteve. Saiu da banheira, atravessou a porta em direção à rua e, completamente nu, gritou “Eureca! Eureca!” (“Descobri”, em grego). Foi desse jeito, íntimo e inesperado, que o grego Arquimedes (287-212 a.C.) resolveu um problema que o atormentava havia tempo: descobrir se a coroa encomendada pelo rei de Siracusa era totalmente de ouro ou se o artesão contratado havia misturado prata (metal mais barato) à joia. Essa história – contada pela primeira vez pelo arquiteto romano Vitrúvio cerca de 200 anos mais tarde, e que acabou se tornando lenda – mostra que a partir de observações simples Arquimedes teria desenvolvido parte de sua importante teoria sobre a lei do empuxo.
Talvez ele nem estivesse pensando na coroa naquele momento. Quem sabe se preparava para participar de um banquete, ou estava simplesmente tomando um relaxante banho. O fato é que Arquimedes teve o impulso de observar o movimento da água na banheira – igual a um gato que fica “viajando” enquanto vê o líquido indo para lá e para cá em seu pote de água – e disso veio o insight para a solução do problema. Mesmo que não se saiba até que ponto essa história é verídica ou lenda urbana da Grécia antiga, ela revela que a mente despreocupada, divagante, é matériaprima para o pensamento, a existência e a evolução humana. Devanear, portanto, é importante para a vida.
Continua.

Publicado por Regina Volpato em 19 abr 2011 | Sob: Corrente do Bem
Capitu como blogueira e até fugindo de alienígenas…
O clássico de Machado de Assis completou mais de um século, mas continua sendo reinventado. Enquanto ninguém descobre se, afinal, Capitu traiu ou não Bentinho, o romance ganha vida na mão de diversos artistas que usam os personagens de Dom Casmurro como inspiração para novas obras.
Capitu – Na música de Luiz Tatit, gravada por Zélia Duncan, Capitu é uma mulher intrigante, encantadora e autora de um blog petulante. Confira.
Fonte:
Canal Futura
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Machado de Assis
Publicado por Regina Volpato em 04 abr 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 28 mar 2011 | Sob: Corrente do Bem
Publicado por Regina Volpato em 18 mar 2011 | Sob: Corrente do Bem
Escolho meus amigos pela pupila
Autor: Oscar Wilde
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco! Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois ao vê-los loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.
Sobre o autor:
Escritor irlandês, nasceu em 16 de outubro de 1854 na cidade de Dublin. Wilde escreveu para todos as formas de expressão em palavras, embora tenha sido menos conhecido em algumas delas. Em seu único romance, O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde trata da arte, da vaidade e das manipulações humanas e é considerado por muitos de seus leitores, como a sua maior obra-prima.
Fonte:
Provocações – TV Cultura