Vida Florescendo

Publicado por em 21 fev 2013 | Sob: Corrente do Bem


Quer dizer que é agora que o ano começa pra valer?
O meu começou certinho, em janeiro mesmo. Mas desta vez, um pouco diferente. Respirei carnaval até dia 17 de fevereiro. Sem vergonha, cometi esta loucura.

Revivi o que era comum na minha adolescência. Durante os dias da folia a gente esquecia da escola. As mães relaxavam um pouco com a arrumação da casa, com os horários das refeições e tudo ficava um pouco bagunçado, divertido.

No ano passado comecei a frequentar os ensaios na Unidos de Vila Isabel. Sou fã do Martinho da Vila desde pequena e a história da escola me encanta. A identificação foi rápida. O samba deste ano fala da vida do homem do campo, do cultivo da terra. Coisas muito familiares a mim, caipira do interior de São Paulo. Essa aproximação resultou num convite para ser destaque do desfile de 2013. Aceitei.

Minha roupa, escolhida e desenhada pelos artistas da Vila, era maravilhosa. Nome do carro em que fui destaque: ciclos da natureza. Nome da fantasia: vida florescendo.
O dia do desfile foi mágico! Todas as pessoas cantando a mesma música, dançando e desfilando com o mesmo objetivo faz desprender uma energia positiva gigantesca.

Essa experiência me fez compreender coisas que eu não entendia muito bem quando via os desfiles pela TV:
1. as pessoas têm sua escola de coração mas não torcem para que as outras se dêem mal. Elas querem que a sua faça um belo espetáculo. Mas vibram quando a outra vai bem. E lamentam, de coração, quando algo sai errado. Torcer pela Vila Isabel não impede de ficar feliz com o sucesso das outras escolas de samba!

2. O envolvimento é total é espontâneo. Há uma camaradagem na preparação do desfile. Desde o barracão até a concentração. Durante a passagem pela Sapucaí também, claro. Na dispersão, de novo, uns ajudam os outros. Até quem não participou do desfile ou não é da escola surge para auxiliar no que for preciso.

3. Importante. Você se sente importante. Você pode ajudar ou atrapalhar o espetáculo. O seu desempenho faz diferença na avaliação da agremiação. Imagine seu time de futebol quando joga. Ao desfilar por uma escola de samba é você em campo com seu time.

Já estava tudo ótimo pra mim. Mas tinha mais: para coroar minha estreia no carnaval do Rio a Vila Isabel ainda foi a campeã deste ano! Muita sorte a minha…

A sensação de pertencer a um grupo me agrada. Eu me sinto acolhida, mais forte. Foi uma das coisas mais divertidas que fiz até hoje. E, se eu puder, ano que vem repito tudo de novo. Mas até lá, bora lutar que 2013 está só começando.


[photopress:857082_412958342130457_76951232_o.jpg,full,pp_image]



Para saber mais sobre a Vila Isabel e ouvir o samba enredo de 2013:
clique Vila Isabel

Boas Festas!

Publicado por em 24 dez 2012 | Sob: Corrente do Bem



Sugestão: Xisto


Aprender a aprender

Publicado por em 05 dez 2012 | Sob: Corrente do Bem



Sugestão: Helen

Mais um ano!

Publicado por em 19 nov 2012 | Sob: Corrente do Bem



O blog completou mais um ano de vida dia 06 de novembro!
Nossa: quanta mudança em pouco tempo.
Pra começo de conversa em 2008 não existia twitter, facebook, instagran. E a criação deste espaço foi a única maneira que encontrei de me comunicar com pessoas queridas, que gostavam do meu trabalho. Hoje isso é muito mais fácil, rápido e informal. Acho que muitas vezes essa facilidade, rapidez e informalidade alteram a qualidade das relações. Mas isso é assunto para outra ocasião.

Do começo do blog até hoje nós mudamos bastante também.
Tem gente que entrou na faculdade. Outros já se formaram. Uns casaram. Separaram. Mudaram o cabelo. Assumiram outra orientação sexual. Tiveram filhos. Os bebês cresceram… Muito bacana poder ter dividido essas histórias com vocês, meus amores!

E eu?
Muita coisa mudou na minha vida também. Sinto-me mais leve, perdi o medo de dar vexame. Aceito melhor minhas limitações. Dou risada de mim mesma e não me aflijo mais em ter que provar nada. Continuo aprendendo a viver de maneira mais leve.

Há pouco tempo, numa viagem ao litoral brasileiro, pude mergulhar e observar animais marinhos livres na natureza. As tartarugas me chamaram a atenção. Elas dão longos mergulhos e de vez em quando colocam a cabecinha para fora para respirar. De certa maneira, me identifico com esse movimento: minha vida parece uma sequência de longos mergulhos. Em cada um, aprendo mais sobre mim mesma. É um processo solitário e doloroso, sem dúvida. Uns doem mais que outros. De alguns, me recupero mais rápido. Outros deixam marcas que levarei para sempre, eu sei. Mas para mim isso dá sentido a minha existência. Além do mais, não sei viver de outro jeito. Essa é minha maneira de estar no mundo. E no final das contas, afirmo que a vida é uma experiência que vale a pena.

Aliás, tem uma coisa que não mudou pra mim. Quando me perguntam “qual a melhor fase da sua vida?” Minha resposta continua a sendo: agora! Sempre acho que estou vivendo a melhor fase da minha vida.

Bom, já que estou falando um pouco sobre “olhar para tras” e relembrar outros tempos, um vídeo sugerido pela Sid, tem a ver com o tema:

Sobre a vida…

Publicado por em 29 ago 2012 | Sob: Corrente do Bem


Queridos,

recebi o texto abaixo de uma pessoa muito querida e importante para mim.
Não tenho plena certeza sobre o autor. Mas, de qualquer forma, como gostei
do conteúdo achei que valia a pena compartilhar aqui com vocês.
Espero que gostem!

Beijos, meus amores.

O menor discurso de Bryan Dyson…

Ex-presidente da Coca-Cola.
Ele disse em seu discurso na hora de deixar o cargo de presidente da gigantesca empresa.

Imagine a vida como um jogo em que você está fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são:
– Seu trabalho,
– Sua família,
– Sua Saúde,
– Seus amigos e
– Sua vida espiritual.
E você tem que manter tudo isso sempre no ar.

Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha. Se deixar cair ela rebaterá e irá saltar de volta.
Mas as outras quatro bolas: família, saúde, amigos e vida espiritual são frágeis como vidro. Se você deixar cair uma destas, irrevogavelmente serão lascadas, marcadas, com cortes, danificando ou mesmo a quebrando. Nunca serão as mesmas.

Temos de entender isto: apreciar e se esforçar para alcançar e cuidar do mais valioso.

Trabalhar de forma eficaz nas horas normais de trabalho e deixar o trabalho a tempo. Dê o tempo necessário para sua família e amigos. Exercite-se, coma e descanse adequadamente. E acima de tudo é importante crescer na vida interior, espiritual, porque é eterna.

Há os que dizem: Eu sempre me sinto feliz, sabe por quê? Porque eu não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, eles têm soluções. A única coisa que não se resolve é a morte. E a vida é curta, por isso!

Viva intensamente e lembre-se:

Antes de falar… Ouça!
Antes de escrever… Pense!
Antes de criticar… Examine-se!
Antes de ferir… Sinta-se!
Antes de orar… Desculpe!
Antes de gastar… Ganhe!
Antes de desistir… Tente!
Antes de morrer… Viva!

Pavilhão de Espelhos

Publicado por em 23 jul 2012 | Sob: Corrente do Bem


Pavilhão de Espelhos
Roberta Sá



Esta música tem tudo a ver com novas fases.
Sugestão: Cecília Santana, amiga do blog.
Obrigada, querida!

Move, Eat, Learn

Publicado por em 16 jul 2012 | Sob: Corrente do Bem

Move, Eat, Learn

“Move, eat, learn” de Rick Mereci explora a viagem feita por ele e dois amigos
por 11 países. Cada um dos vídeos busca, na forma, uma experiência diferente.



Gratidão

Publicado por em 21 jun 2012 | Sob: Corrente do Bem

Gratidão


Sugestão: “Xisto”, amigo do blog.
Obrigada, meu caro.

Descansa Coração

Publicado por em 31 mai 2012 | Sob: Corrente do Bem


Descansa Coração

(My Foolish Heart)

De Vitor Young/ Ned Washington/ Versão Nelson Mota
Com Fernanda Takai

Mozart

Publicado por em 21 mai 2012 | Sob: Corrente do Bem


Sonata Fácil em Do Maior

Andante

El cielo de Canarias

Publicado por em 15 mai 2012 | Sob: Corrente do Bem

Fonte:
NASA

O Haver,
Vinicius de Moraes

Publicado por em 02 mai 2012 | Sob: Corrente do Bem


De

[photopress:vinicius_2.jpeg,full,pp_image]

Vinicius de Moraes:


O Haver

Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
Essa intimidade perfeita com o silêncio
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo
– Perdoai-os! porque eles não têm culpa de ter nascido…

Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo
De ferir tocando, essa forte mão de homem
Cheia de mansidão para com tudo quanto existe.

Resta essa imobilidade, essa economia de gestos
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.

Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade
Do tempo, essa lenta decomposição poética
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.

Resta esse coração queimando como um círio
Numa catedral em ruínas, essa tristeza
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história.

Resta essa vontade de chorar diante da beleza
Essa cólera em face da injustiça e o mal-entendido
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.

Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado
De pequenos absurdos, essa capacidade
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.

Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.

Resta essa faculdade incoercível de sonhar
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade
De aceitá-la tal como é, e essa visão
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante

E desnecessária presciência, e essa memória anterior
De mundos inexistentes, e esse heroísmo
Estático, e essa pequenina luz indecifrável
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.

Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade
De não querer ser príncipe senão do seu reino.

Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade
Pelo momento a vir, quando, apressada
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada…

Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto
Esse eterno levantar-se depois de cada queda
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo
Infantil de ter pequenas coragens.

[photopress:assinaturaVinicius_1.jpeg,full,pp_image]


15/04/1962

A poesia acima foi extraída do livro “Jardim Noturno – Poemas Inéditos”, Companhia das Letras – São Paulo, 1993, pág. 17.

Fonte: releituras.

Aqui um pouco mais de Vinicius de Moraes…

Pégaso e Belerofonte

Publicado por em 10 abr 2012 | Sob: Corrente do Bem


Pégaso e Belerofonte


[photopress:images_3.jpeg,full,pp_image]


A história do jovem herói Belerofonte e de seu cavalo alado.
História de origem grega


Para ouvir clique aqui!


[photopress:rpipoca_1.jpg,full,centered]

Reflexão Sobre a Reflexão,
Millôr Fernandes

Publicado por em 28 mar 2012 | Sob: Corrente do Bem

Reflexão Sobre a Reflexão
Autor: Millôr Fernandes

Terrível é o pensar.

Eu penso tanto

E me canso tanto com meu pensamento

Que às vezes penso em não pensar jamais.

Mas isto requer ser bem pensado

Pois se penso demais

Acabo despensando tudo que pensava antes

E se não penso

Fico pensando nisso o tempo todo.


[photopress:oculos_millor.jpg,full,pp_image]



Sobre Millôr Fernandes:

Morreu na noite desta terça-feira, 27 de março, aos 87 anos, o escritor Millôr Fernandes.
Humorista, dramaturgo, desenhista, poeta e jornalista, ele faleceu em sua casa, no Rio de Janeiro, em decorrência de falência múltipla de órgãos. Mais informações aqui!

O Casamento entre o Amor e o Sexo,
por Mary Del Priore

Publicado por em 09 mar 2012 | Sob: Corrente do Bem


O Casamento entre o Amor e o Sexo
Mary Del Priore



É Hoje

Publicado por em 17 fev 2012 | Sob: Corrente do Bem


É Hoje
Monobloco




A pessoa certa,
Álvaro Alves de Faria

Publicado por em 06 fev 2012 | Sob: Corrente do Bem

A pessoa certa
Autor: Álvaro Alves de Faria

A pessoa certa atravessa
a rua com seu terno branco
gravata de seda italiana.
A pessoa certa
executiva de si mesma
atravessa a praça
com sapatos pretos
meias de náilon norte-americanas.
A pessoa certa entra no prédio
recolhe dinheiro
cola na pasta
pega o elevador.
A pessoa certa
atravessa o hall
chega à porta giratória.
A pessoa certa
põe o pé na calçada
e cai fulminada
sem saber por quê.



Sobre o autor:

Poeta e jornalista paulistano, nascido em 1942, Álvaro Alves de Faria publicou seu primeiro livro, Noturno Maior, em 1963. Mais informações aqui!

As cores das flores

Publicado por em 27 jan 2012 | Sob: Corrente do Bem



Além do horizonte,
com Nara Leão

Publicado por em 19 jan 2012 | Sob: Corrente do Bem




19 de janeiro de 1942

Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão.
Nara era a segunda filha do casamento entre Dr. Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego Leão, professora. Sua irmã mais velha era Danuza Lofego Leão.

Saiba mais: Nara Leão

Deixe acontecer,
pelo menos de vez em quando

Publicado por em 06 jan 2012 | Sob: Corrente do Bem


Pare de querer controlar tudo
Que tal parar de querer controlar tudo o que acontece ao seu redor
e soltar as rédeas da sua vida?
Lianae Alves


[photopress:desordem_ed_104_01.jpg,full,pp_image]


O preço do controle é a eterna vigilância. E esse estado de atenção tenso e preocupado causa um enorme desgaste emocional. Uma vida assim engessada também pode ficar cinza e monótona, e se tornar um grande convite à depressão e ao desânimo.

Para o controlador, não há espaço para que as coisas se modifiquem. Nem criatividade para buscar novas soluções diante do inesperado. Segundo a psicoterapeuta Irene Cardotti, “o controle vivenciado dessa maneira, rígida, férrea, está baseado apenas no desejo de manipular pessoas e situações em nosso próprio benefício”, avalia a psicoterapeuta Irene Cardotti.

Uma boa maneira de se deter é enxergar nas atitudes de uma pessoa próxima o próprio jeito de ser e reagir. Enxergar as manias, o amor a detalhes, o perfeccionismo e a eterna tensão num outro controlador ajuda a nos conscientizar de nossas próprias características. A aparência física também dá pistas preciosas: músculos tensos e rígidos, peito projetado para a frente, maxilar travado ou corpo muito denso podem igualmente indicar sinais de um controlador contumaz, avalia Irene, que também é especialista em bioenergética.

Mas por que será que somos assim?

Duas emoções básicas movem o comportamento humano: o medo da dor e o prazer. E elas também alicerçam o nosso desejo de controlar. “Queremos manipular por medo de que as coisas fujam do nosso controle e nos causem sofrimento. O que não percebemos é que esse desejo nos aflige tanto ou mais do que o sofrimento que teríamos se deixássemos as coisas tomarem seu próprio rumo”, diz Irene.

Ao mesmo tempo, desde os primórdios da psicanálise, seu criador, Sigmund Freud, afirmava que o controle também tinha a ver com o prazer em exercer poder. E alguém que domina e controla uma situação pode obter muita satisfação com isso.

A questão é que essa sensação que nos alivia se baseia numa ilusão: a de que realmente conseguimos controlar a vida. A existência, porém, se revela bem mais indomável e resistente do que podemos imaginar.


[photopress:desordem_ed_104_02.jpg,full,pp_image]

O jogo do acaso

É possível que estejamos sob o jugo de forças e leis capazes de tirar o controle de nossas mãos, especialmente quando não as conhecemos direito. “Acredito que seja importante planejar a vida, se o fizermos de olhos bem abertos. Devemos identificar e agradecer a sorte que temos e reconhecer os eventos aleatórios que contribuem para o nosso sucesso”, diz o professor e matemático norte-americano Leonard Mlodinow, que escreveu um livro, O Andar do Bêbado, onde analisa algumas das leis pouco conhecidas que atuam na nossa vida, como a da aleatoriedade.

Se engessamos a existência na maneira como achamos que as coisas devem acontecer, diminuímos as chances da aleatoriedade, ou o acaso, se manifestar – uma perda lastimável, de acordo com Mlodinow. “Acho que o universo é bem mais criativo do que eu. Planejo, organizo, faço cálculos mas, se observo uma mudança de rumo, não a descarto imediatamente. Primeiro vejo se o quadro geral pode se beneficiar com ela. O engraçado é que na maioria dos casos a interferência se revela positiva”, afirma o analista de sistemas Celso Ayres.

Outra lei que é a maior casca de banana em nossos desejos de manipulação é a polêmica Lei de Murphy. Pode anotar no seu caderninho: quando o controle é excessivo, o tiro sai pela culatra.

Perdemos a sabedoria de que existe o momento de assumir responsabilidades, planejar, organizar e realizar. Mas que também pode haver outros para soltar as rédeas, relaxar, criar e aprender com o que se apresenta. E que é saudável ter essa possibilidade bem presente e viva nas nossas escolhas e decisões. Deixe acontecer – pelo menos de vez em quando, claro.


Conteúdo do site Vida Simples em
“mde mulher”

« Prev - Next »